Thursday, February 15, 2007

2.Máquina Pneumática


Características da constelação:

A constelação do Martelo Pneumático foi introduzida por Nicolas Louis em meados do século XVIII, desginada para preencher o Hemisfério Sul. A constelação comemora este instrumento, que tinha sido recentemente inventado por Robert Boyle. Está situada numa fraca e solitária parte do Hemisfério Sul. É preciso imaginação para ali imaginar um "martelo pneumático".

1.Andrómeda



Características da constelação:


Andrómeda consiste da sua estrela mais brilhante, Alpheratz, denotando a cabeça de Andrómeda, e o resto das estrelas principais marcando outras partes do corpo da jovem mulher. Também se pensa que as outras estrelas traçam não o seu corpo, mas o seu cabelo. As mesmas estrelas não são muito brilhantes, situando-se entre a terceira e quarta magnitude. Andrómeda é grande mas não é muito visível. Existe um número de bons binários e algumas variáveis e objectos de céu profundo, incluindo talvez a mais famosa galáxia espiral de todas, M31, a cerca de 2.2 milhões de anos-luz, o objecto mais distante visível a olho nu.



História da constelação:


Andrómeda era a filha de Cefeu e de Cassiopeia. Ela e sua mãe pensavam que eram mais bonitas que as muitas ninfas de Poseídon, e vangloriou-se diante dele até o deus dos Mares não conseguir aguentar mais. Poseídon castigou a mãe vaidosa aprisionando a sua filha nua a uma rocha, para ser sacrificada a um demoníaco monstro do mar. Alguns escritores identificam este monstro como sendo Cetus (ou Baleia), outra constelação, embora não se encontre nos textos clássicos referências ao nome do monstro como Cetus. Perseu, que tinha acabado de chacinar a Medusa Gorgone, estava a passar perto de Andrómeda. Atraído pela sua beleza (e fazendo jus ao seu estatuto de herói) aceitou resgatá-la. Mas apenas se pudesse casar com Andrómeda. Cefeu e Cassiopeia não estavam muito ansiosos da sua filha casar com Perseu, mas não tinham grande escolha, então concordaram. Perseu atirou-se para a água, e cortou a cabeça ao monstro. O casamento seguiu-se pouco tempo depois. No casamento, os familiares de Andrómeda causaram distúrbios na cerimónia, provavelmente por ordem de Cassiopeia. Na confusão que se gerou, Cassiopeia e Cefeu perderam a vida. Então, Poseídon pô-los nos céus... Muito tempo depois, Atenas pôs Andrómeda na mesma região do céu, entre pai e mãe.

Constelações


Uma constelação é uma dos 88 grupos imaginados de estrelas que aparecem na esfera celeste, e que têm nomes de figuras religiosas ou mitológicas, figuras, animais ou objectos. O termo também se refere às áreas delimitadoras na esfera celeste que contêm os grupos de estrelas.
Os desenhos mais antigos de constelações são imagens de focas, vasos e tabuleiros de jogos dos Sumérios, indicando que as constelações podiam já estar estabelecidas por volta de 4000 AC. A constelação Aquário foi criada pelos Sumérios, em honra do seu deus An, que derrama as águas da imortalidade na terra. O zodíaco foi dividido em 12 sinais por volta de 450 AC pelos Babilónios. As constelações do Hemisfério Norte de hoje são um pouco diferentes do que os Babilónios, os antigos Egípcios, Gregos e Romanos conheciam. Omero e Hesiod mencionaram constelações, e o poeta grego Aratus de Soli (315 – 245 AC) deu uma curta descrição de 44 constelações no seu livro Phaenomena. O astrónomo e matemático grego Ptolomeu, no seu Almagest, descreveu 48 constelações, das quais 47 são hoje conhecidas pelo mesmo nome.
No passado muitas outras pessoas têm agrupado estrelas em constelações, no entanto os seus arranjos frequentemente não correspondiam às do antigo Oeste. Algumas constelações chinesas, no entanto, parecem-se com algumas do Oeste, indicando a possibilidade duma origem comum.
No fim do século XVI os primeiros exploradores europeus dos mares do Sul mapearam o céu do Hemisfério Sul. Novas constelações foram adicionadas por um navegador dinamarquês, Pieter Dirckz Keyser, que participou na exploração das Índias em 1595. Subsequentemente, outras constelações do hemisfério Sul foram adicionadas pelo astrónomo alemão Johann Bayer, que publicou o primeiro atlas celeste extensivo, Uranometria; por Johannes Hevelius; e pelo astrónomo francês Nicolas Louis Lacaille. Muitos outros propuseram novas constelações, mas os astrónomos finalmente concordaram numa lista de 88. As fronteiras das constelações, no entanto, permaneceram um assunto de discussão até 1930, quando as definitivas fronteiras foram fixadas pela União Astronómica Internacional.
As formas dos nomes das constelações, precedidas por uma letra grega, são usadas para designar cerca de 1300 estrelas brilhantes; este sistema foi introduzido por Johann Bayer. A famosa estrela Algol na constelação de Perseu, por exemplo, é chamada beta Persei.



Constelações Circumpolares – Norte

Girafa Cefeu Ursa maior
Cassiopeia Dragão Ursa menor





Constelações de Outono – Norte (Primavera - Sul)

Andrómeda Lagarto Peixe Austral
Aquário Pégaso Peixes
Carneiro Perseu Cinzel
Cetus ou Baleia Fénix Triângulo
Grou Escultor


Constelações de Inverno – Norte (Verão - Sul)

Cocheiro Erídano Orion
Vela Fornalha Pincel
Cão Maior Gémeos Caravela
Cão Menor Relógio Micrómetro
Quilha Lebre Touro
Pomba Unicórnio


Constelações de Primavera – Norte (Outono - Sul)

Martelo Pneumático Corvo Lobo
Boieiro Taça Lince
Caranguejo Hidra Bússola
Cães de Caça Leão Sextante
Centauro Leão Menor Virgem
Cabeleira de Berenice


Constelações de Verão – Norte (Inverno - Sul)

Águia Potro Escorpião
Altar Hércules Escudo
Capricórnio Índio Flecha
Coroa Austral Balança Sagitário
Coroa Boreal Lira Telescópio
Cisne Microscópio Vulpecula ou Raposa
Delfim Serpente e Ofiúco

Constelações Circumpolares (Sul)
Ave-do-paraíso Hidra Macho Pavão
Camaleão Mesa Triângulo Austral
Compasso Mosca Tucano
Cruzeiro do Sul Esquadro Peixe voador
Dourado Octante

Introdução




Este trabalho é uma breve reflexão sobre a Astronomia.Neste primeiro período, recolhemos alguns conceitos de estrela, procurámos saber o tipo de utilização que os antigos faziam das estrelas, procurámos material sobre as constelações, os vários tipos de Zodíaco e suas lendas, entre muitas outras informações e curiosidades.O objectivo deste trabalho é o de incutir o gosto pela astronomia no seio escolar e satisfazer curiosidades acerca do assunto. Esperamos que o que vamos apresentar seja de interesse, agradável e que tire certas dúvidas à comunidade escolar.Das actividades já desenvolvidas temos: a astronomia na antiguidade, a história das constelações e suas características, os mapas mensais com o seu posicionamento, o desenvolvimento do conceito de estrela, nomeadamente o ciclo estelar (vida, morte e sua forma), a distinção entre astronomia e astrologia, relativamente ao Zodíaco, e os vários tipos existentes, chinês, grego, (…), contendo as suas histórias, lendas e como se formaram.Fazendo o ponto da situação do trabalho realizado até ao momento, apontamos os seguintes aspectos:





  • Relativamente ao que já realizámos, achamos que as nossas expectativas foram superadas. O objectivo a que nos propusemos, aquando do planeamento global do trabalho, foi atingido.


  • Até à data, ainda não conseguimos planear a actividade que estamos a preparar para a comunidade escolar, devido à dificuldade de contacto com Vasco Eloi, especialista na matéria.


  • Por causa da escolha/discussão demorada do nosso tema, incluindo o que queríamos desenvolver, algumas aulas foram alvo de trabalho exaustivo.






  • Este trabalho, ao longo da pesquisa, discussão e selecção de material, permitiu que fosse melhorando a qualidade do trabalho em grupo, levando-nos a várias sessões de trabalho, inclusivamente para analisarmos e deliberarmos acerca do trabalho ao longo do ano, o que ainda não está completamente definido.